GAROTAS DO RIO I|
| Muita gente acha que a arte cervejeira é uma tarefa historicamente masculina. Se acha, faltou história. É verdade que nos mosteiros da Idade Média, principalmente de monges homens, a arte se desenvolveu estabelecendo as bases da cerveja que se faz hoje. Mas na Antiguidade mais antiga a tarefa de produzir cerveja era ligada à cozinha, um reduto sabidamente feminino. A área e os instrumentos de produção de cerveja estavam ao lado do fogão e do forno de assar pão, e podiam ser encontrados em qualquer lar da Mesopotâmi a ou Suméria-Acadiana, Sul do atual Iraque, no Egito e nos demais lugares onde o vinho de cereais prevalecia sobre o vinho de frutas. Ligada ao rito da f ertilidade a cerveja era associada à mulher. A deusa da cerveja suméria era Ninkasi, e uma oração-receita de cerveja em sua homenagem, com cerca de 2800 anos foi reproduzida com sucesso pela microcervejaria norte-americana Anchor Beer em 1998. A deusa Ceres, dos cereais e da cerveja (no latim Ceres-visae, vinho de Ceres), dispensa comentários.
Ninkasi deusa suméria da cerveja e Ceres romana ou Deméter grega deusa dos cereais e da cerveja (para ampliar clique na foto)
GAROTAS DO RIO II |
|
| Uma figura feminina que me encanta no mundo da cerveja, é a freira Hildegard von Bingen. Madre superiora do convento de Bingen, região do Reno na Alemanha. Teria, segundo a lenda, introduzido em torno do ano de 1150 da Era Cristã, o lúpulo na cerveja com objetivos terapêuticos (chá de lúpulo já era usado para males do estômago) e esterilizante (maior conservação da cerveja). Hildegard de Binge, filha de um barão, era poeta, compositora, botâni ca e sexóloga, tendo escrito tratados sobre plantas medicinais (Liber simplicis medicinae, Liber compositae medicinae e Physica e Causae et Curae) e sobre a fertilidade humana. Atribui-se a ela a primeira descrição sobre o prazer sexual feminino tanto no aspecto físico como emocional, e questões ligadas à ginecologia. Correspondia-se já naquela época, sem e-mail ou mesmo correios no sentido hoje conhecido, com os principais bispos, reis e rainhas da Europa que admiravam seu conhecimento e bom senso. Em seu livro Physica, sive Subtillitulatum”, escrito entre os anos de 1151 e 1158 escreve sobre os poderes preservativos do lúpulo: “putredines prohibet in amaritudine sua” (a putrefação é inibida por seu amargor) e ainda: “se pretende fazer cerveja de aveia voce pode deixar de usar lúpulo”. Há outros comentários do uso anterior do lúpulo na cerveja, mas este, “si non è vero, è bene trovato” . Hildegard foi beatificada pelo Papa. Talvez por outro motivo. 
É considerada santa pela igreja Anglicana. Citada em tratados de história da Farmácia e da Medicina. Padroeira dos lingüistas. Foi a única mulher autorizada a pregar. Compôs a maior obra musical e o único tratado de medicina do século XII. Censurada por outras abadias de que suas monjas assistiam às missas arrumadas com apuro e cabelos soltos, defendeu o direito delas à beleza.
|
Hildegard adicionando ervas a uma poção.
(Flores de lúpulo na sua cervejinha?)

Ruínas do convento de Disibodenberg onde se tornou freira

Convento de Rupertsberg um dos dois que fundou e dirigiu
(para ampliar clique na foto)
Ao lado cantora-intérprete de uma das Virtudes na apresentação de Ordo Virtutum Concerto de Música Medieval sobre obra de Hildegard von Bingen com o
Scivias-Côro conduzido por
Norbert Rodenkirchen. Semi-Palco: Gislinde Strunz.
St. Moritzkirche, Augsburg (Alemanha), em primeiro de outubro de 2006 em comemoração aos 900 anos de seu nascimento. Ordo Virtutum é considerada a primeira peça músical sobre a moralidade jamais escrita.
Todo o drama é cantado com a bela música de Hildegard exceto a fala do demônio.
Ordo Virtutum discute a alma, a esperança, a fé, a humildade, a mercê, a castidade, o temor de Deus, o amor, a modéstia e a discrição.
Se você quizer ler a qualidade da poesia na introdução do drama,
clique aqui.
Se você quizer ouvir uma versão modernizada de composições de Hildegard von Bingen na interpretação da cantora Garmarna vá ao site da
Amazon Books Barbara Sokowa, que já interpretou outra mulher forte no cinema (Rosa Luxemburgo) interpreta aqui em produção germano-francesa, distribuída pela Celluloid Dreans-Paris, a figura da Madre Hildegard von Bingen, autora da primeira referência escrita ao uso do amargor de lúpulo na cerveja.(para ampliar clique na foto)
GAROTAS DO RIO IIIQuando, os varões da cerveja assinalados, por adegas nunca dantes visitadas, resolveram se unir em associações como a ACERVA CARIOCA, a ACERVA MINEIRA, e as demais acervas todas que a razão, a emoção e o paladar impõem, não imaginavam que a ala feminina da sociedade se faria representar para desafiá-los em, pensavam eles, pobres tolos, seu próprio e exclusivo terreno. Resgatando as mais antigas tradições de esposas, mães e cervejeiras, lançaram-se com
entusiasmo à tarefa que as mulheres mais gostam: derrotar o homem em seu próprio domínio: formaram a ala feminina da ACERVA CARIOCA ou FemAle Carioca.
A Brasil Brau 2009 foi prova disso. Com uma Índia Pale Ale de extraordinário equilíbrio, uma Ale aromatizada com gengibre na medida exata, e uma outra Ale em blend de rosas, muito ligeiramente adocicada, como a implorar por uns cacos de parmesão ou grana padano para o contraponto, as Garotas do Rio fizeram a festa.
Os cervejeiros artesanais homens, que haviam trazido cada um sua cerveja “excelsa”, mãe de todas as cervejas, provavam, davam um sorriso amarelo, e saiam de fininho. Rapazes, eu vi!
As Olimpíadas da Cerveja também serão no Rio
Agora em outubro, 11, elas e a ACERVA CARIOCA, estarão sediando o IV Campeonato Nacional de Cervejas Artesanais, que já não é mais nacional por que vem gente de várias partes do mundo. Inclusive agora com nuestros hermanos a
rgentinos, que inconformados com a fragorosa derrota na comparação Maradona X Pelé, vão
vir com tudo para tentar descontar na cerveja. Às Garotas do Rio da FemAle Carioca, aquele abraço e nossa esperança de que o Pelé não tenha jogado tudo o que jogou em vão. Com samba no pé e cerveja artesanal no copo, na Quadra do Salgueiro, 11 de outubro a partir das 13 horas será cometido o IV Concurso Nacional de Cervejas Artesanais, com a proverbial hospitalidade da Acerva Carioca. Cervejeiros de todo o Brasil e de outros países e continentes. Vai ter premiacão. Mas a maior premiação vai ser o encontro de tantas irmãs e irmãos da fermentação.
(para ampliar clique na foto)
TUDO DE BOM: BRASIL BRAU 2009
Com uma organização primorosa, que incluiu a oportunidade dada aos expositores em exibir os resultados das suas sessões de musculação ao transportar seus equipamentos, stands, caixas, caixinhas e caixotes por 10 (dez) andares de elevadores do Shopping-GLS-Center Frei Caneca, a BRASIL BRAU 2009 foi um sucesso de tudo. Público, expositores, conferencistas, organizadores, pontificaram no mundo da cerveja. A ponto de o evento se inserir a partir dessa versão em um acontecimento a ser observado pelos especialistas internacionais do setor. Além de grandes empresas como a Agrária, a Dedini e enormes como Cargill e 3M, a verdadeira força veio das entranhas da terra. Uma miríade de pequenas micro-cervejarias, cervejarias artesanais, caseiras, fornecedores de insumos para homebrew, consultorias, etc. e tal.
A fabulosa performance da Degusta Beer, onde se conheceu e se provou de tudo e tanto, por tantos e por quantos dias que a infinita emoção da descoberta se pôde medir em litros. Como reserva moral de tudo isso a sombra segura e confortante do COBRACEM, Associação Brasileira de Profissionais de Cerveja e Malte, capitaneado pela Cilene Saorim, Mestre Cervejeira e Beer Sommelier.
(Atenção redação, urgente, parece que as mulheres invadiram o Blog!).
Além da Degusta Beer, o stand da Ceramarte, com canecas e garrafas, ou obras de arte?, que produz e exporta para as melhores cervejarias dos EUA (Budweiser, Miller, Samuel Adams) fez enorme e merecido sucesso. O stand da Cervesia, quase precisou de senha para o atendimento do Mathias na orientação à montagem de microcervejarias. A Brasilata de Goiânia apresentou as latas de 5 litros para chope, importadas da Alemanha, que garantem a qualidade da cerveja, como as que já vem sendo comercializadas pela Heineken.
Na rua da Dragon Bier, não dava para passar. Os interessados em montar microcervejarias aqui do Brasil e do Exterior “fecharam”a rua.
Com equipamentos de 50 litros por brassagem para cerveja-arte até equipamentos industriais de 10.000 litros por brassagem, sistemas de cozinhas automatizadas, inclusive com monitoramento, registro e até mesmo configuração On Line, e lavadores-enchedores de barris também automatizados, o stand atraiu vários tipos de público.
Atuando como fabricante de equipamentos para a indústria de alimentos desde 1985, a Mec Tec, por sua Divisão Dragon Bier apresentou uma cozinha de 50 litros por apronte e uma de 250 litros, vendida para a Cervejaria Bode Brown de Curitiba do mestre em simpatia Samuel. Que aliás compareceu junto com Oscar mais Suelen para impedir que outros aventureiros lançassem mão.
O polimento apresentado era superior ao padrão da indústria alimentícia e de bebidas, se aproximando do padrão da indústria farmacêutica. Paulo Schiavetto, Michel Trommer da Imperatriz, Les 3Bresseurs, Carlos Hauser pai e filho, Cilene Saorim, Ricardo Rosa e Botto, as garotas da FemAle Carioca, Thomas Rau da Wolkenburg e seu sogro Sr. Neumann, Marcos da Falke, Eduardo, Luciano, Igor e Nikolai da Planet Beer, Everdan, Alexandre Urize, Uwe, foram alguns dos visitantes, amigos e clientes que compareceram ao stand.

Luiz Lopes - Dragon Bier, Paulo Schiavetto Mestre Cervejeiro, Sanches-Dragon Bier,
Botto -"todo mundo conhece", Jair - Dragon Bier
(para ampliar clique na foto)
Visitantes da Les 3 Brasseurs40 microcervejarias na França ouvem explicaõesdo Paulo
Schiavetto no Stand da Dragon Bier.


Carlos Hauser pai e Carlos Hauser filho, ex-Antarctica e Baden-Baden ladeiam Sanches
As garotas da Acerva Carioca com Samuel da

Bode Brown de Curitiba e o popular Breja da
Dragon Bier no centro.(para ampliar clique na foto)
Por 237 milhões de Euros, a Colson Coors comprou 50,1% dos 20 milhões de litros anuais da Cobra Beer, como a planta de Burton no Reino Unido, um investimento de 2,38 Euros ou 6,62 Reais por litro anual. Fundada em1989, a Cobra Beer reteve 49,9% da propriedade e ainda 100% das operações na Índia, onde pretende atingir 12% do mercado em 2012. A primeira cerveja, lançada em 1989, é a Cobra 5% Premium, com acentuado aroma de lúpulos da região alemã de Hallertau..

Segundo a Associação Britânica de Cerveja e Pubs, existem no Reino Unido 57.000 pubs, dos quais 16.000 estão constituídos em redes de posse das duas maiores investidoras na área: a Enterprise Inns e a Punch Taverns.

Empregam mais de 600.000 pessoas e atendem semanalmente a 15 milhões de freqüentadores, sendo chamados de Centros de Sociabilização da Nação ou o Coração da Comunidade. Mais do que porém apenas cerveja, se tornaram centros de gastronomia, servindo alguma coisa em torno de 1,1 bilhões de refeições por ano.
(para ampliar clique na foto)
Rumos das GrandesDepois de dar uma passo de gigante com a compra da Anheuser-Busch, dona da Budweiser, a Interbrew-Ambev, agora AB-Imbev parece estar reunindo o dinheiro aplicado na compra (52 bilhões de dólares), e talvez comprometidos pela crise internacional, vendendo cervejarias na Europa Ocidental e Ásia. (Brauwelt International)
Novas ArtesanaisAlexandre Urizze de Mogi das Cruzes-SP, o mago da iluminação Led e Samuel da Cervejaria Bode Brown de Curitiba-PR receberam suas novas microcervejarias Dragon Bier.
A do Alexandre, um modelo Dragon Bier

Hobby Junior de
50 litros por apronte com a qual pretende iniciar seus testes de produção artesanal.
A do Samuel, uma troca de um modelo Dragon Bier Hobby Profissional de
100 litros por apronte com revestimento em cobre por uma Dragon Bier Profissional de
250 litros por apronte totalmente em aço inox com polimento espelhado.
Vai envasar em uma garrafa chique que está importando, usando uma envasadora-fechadora isobárica de garrafas, também da Dragon Bier.
O Samuel recentemente sobreviveu às emoções e ao frisson de um curso-referência do Botto,
que promoveu em Curitiba. Na foto Alexandre Urizze e Sanches.
(para ampliar clique na foto)
Cerveja em Barril pode ter prazo maior?Cerveja em barril com qualidade é o que o Michael Trommer, mestre cervejeiro e proprietário da Cervejaria Imperatriz (Lapa-SP) está aprontando.
Para eliminar uma operação crítica que era a limpeza, higienização e envase de barris de forma manual está utilizando com sucesso o Lavador de Barris Waschenbier e a 5 Fill Keg, ambas da Dragon Bier.
As cervejarias Colorado e Ribeirão Preto-SP e Falke Bier de Belo Horizonte-MG já utilizam. Aliás, o Marcelo, o Rodrigo e o Japonês da Colorado foram os pioneiros e cobaias do Waschenfüllenbier da Dragon.
Também a Cervejaria Berggren de Nova Odessa-SP, a Cervejaria Mega Beer de Santa Luzia-MG e a Empresa Nacional de Cervejas e Bebidas de Trindade-GO
adquiriram e já estão recebendo em breve equipamentos similares com o mesmo objetivo: cerveja em barril com qualidade.
Para breve o fabricante anuncia a adoção de sistema inteligente no acionamento do processo,
que já teria sido testado e aprovado.
Cervejaria Dois IrmãosSão Miguel dos Dois Irmãos, ou simplesmente Dois Irmãos a 57 km de Porto Alegre-RS , começou em um naufrágio. Como uma cidade começa em um naufrágio?
O ano era 1827 e o veleiro Cecília após partir do porto de Bremen na Alemanha ( o mesmo porto de onde partiu outro náufrago famoso no Brasil, Hans Staden) mas já no canal da Mancha enfrentou uma tempestade que comprometeu a embarcação e levou capitão e marujos a abandonar o navio deixando os passageiros entregues própria sorte. Rebocado por outro veleiro inglês passaram dois anos depois para o James Lange que levou os 305 imigrantes ao Rio de Janeiro em 1829, e daí pelo navio costeiro Florinda para Porto Alegre, depois São Leopoldo e em seguida para parte dos 249 lotes destinados aos imigrantes alemães na linha Baumschneis.(trilha das árvores ou dos Baum). Ao lugar foi dado o nome de São Miguel dos Dois Irmãos, e construída a igreja de São Miguel em homenagem ao Arcanjo Miguel.
Ainda hoje se comemora a Michaelkerb (onde kerb vem de kirmesse ou festa da igreja com origem semelhante à quermesse). A origem do primeiro habitante ainda em 1825, Peter Baum, sapateiro (shumacher) e agricultor era a distante Husbruck, região do Palatinado-Renânia, entre os rios Reno e Moselle, com altitude de 400 metros, semelhante à de Dois Irmãos (560 m), e o idioma falado, o Hunsrückisch, é um dialeto renano hoje pouco conhecido na Alemanha. Em verdade à época da colonização a Renânia era um reino independente, só vindo a fazer parte da Alemanha após a unificação de Bismarck ao final da guerra Franco-Prussiana de 1870.
A migração de camponeses dessa região é um reflexo ainda que tardio da grande destruição que a região sofreu na Guerra dos 30 anos entre 1618 e 1648 entre católicos e protestantes, quando vilas desapareceram e quase 50% da população foi eliminada pelos exércitos de fanáticos ou de mercenários. Em Magdeburgo no norte esse número chegou a 85% ou 25.000 pessoas em um só dia. Os efeitos em toda a Renânia ainda podiam ser sentidos cem e até duzentos anos depois, e foi a principal causa da emigação dos seus filhos para a América do Norte e do Sul. No entanto, foi a Renânia que iniciou ainda no século XVIII o sistema de ensino público obrigatório, copiado a seguir pelo restante dos estados alemães e pelos demais países.
Pois bem, Miguel Engelmann de Dois Irmãos (o nome deve ser homenagem ao padroeiro), resolveu colocar sua cerveja em maior e melhor escala para a comunidade de que faz parte, e que tem essa extraordinária história toda que a gente viu aí cima. Adquiriu uma Microcervejaria Hobby Junior da em 8 de julho último, e deixou um orgulho mas também uma responsabilidade enorme para a equipe da Dragon Bier, segundo seu coordenador Sanches Vargas Jonas, como atender com a qualidade e a dignidade necessárias uma comunidade com um passado desses?Muita responsabilidade.
(para ampliar clique na foto)
Cervejaria Bode Brown, CuritibaA Cervejaria Bode Brown em Curitiba recebeu em julho último sua nova cervejaria com apronte de 250 litros por brassagem. Samuel, seu propietário já produziu com a orientação de Paulo Schiavetto, uma Scotch Brown, cerveja de alta fermentação com padrão das ales escocesas (prória para invernos úmidos como Curitiba), com 5,25 vv de teor alcóolico, coloração 44 EBV (European Brewing Convention), amargor 20 IBU (International Biterness Unity), extrato original de 17º Plato. Engarrafada em garrafas em alto relevo, a Bode Sctoch Brown, é produzida com malte Pilsen Pale, Cara Aroma, Cara Munich 2, Cara Red, Chocolate Malte, Malte defumado e Açúcar Mascavo.

A Bode Brown estará presente no IV Concurso Nacional de Cervejeiros Artesanais, 11 de outubro no Rio de Janeiro.
Para aquela sede toda, estará fornecendo 3 barris dos tipos:
- Wee Heavy,
- American Pale Ale
- Tripel Belgian Ale.
A Cervejaria Bodebrown Ltda, Curitiba-PR estará apresentando ao público nesse evento, o pré-lançamento da cerveja “Bodebrown Wee Heavy” a primeira deste estilo Ecocês no Brasiil com o pré-lançamento de uma Belga, uma Tripel Belgian Ale, a “Bodebrown Tripel Belgian Ale, primeira Tripel no Paraná. E ainda a Bodebrown American Pale Ale” também pré-lançamento, todas produzidas em uma microcervejaria Dragon Bier de 250 litros por apronte.
Lembrando que a nossa Bodebrwon Wee Heavy, teve como fonte de inspiração as cervejas Escocesa da região de Dunbar, Alloa e Edinburgh. O balanço de maltes apresentado é o ponto central desta receita, produzindo uma cor bem equilibrada de 17 SEM e uma aroma e sabor evidente bem caramelado, adocicado, tostado, achocolatado elevemente defumado. Com teor alcolico aproximado de 7,2%v/v, e uma amaror de aproximadamente 20BU. Foi utrilizado para este equilibrio o malte base Pilsen e Pale Ale, maltes especiais como CaraAroma, CaraRed, CaraMunich II, e pouco defumado, sem esquecer do nosso Acucar Mascavo. O lupulo utilizado, foi da variedade Nugget, Fuggle e Goldings.
- Bodebrown American Pale Ale
Tendo como sua raiz a English Pale Ale inglesa, a sua adapitação aos ingredientes ou insumos lcais (USA) tornou esta tão espetacular cerveja o estilo American Pale Ale bem consumida e apreciada nos USA, onde fomos buscar e sinergia com este agradável estilo.Com isso criamos nossa America (Brazilian) Pale Ale, o qual resgatamos nesta cerveja também a utilização de Acucar Mascavo e pequena quantidade de rapadura, com 12SRM, e teor alcolico de 5,3%v/v, elembrando que a utilização da levedura Ringwood da Wyeast tornou esta cerveja mais equilibrada e balanceada, também procuramos aumentar a dureza da agua para que possamos reforçar a persistência do amargo e equilibrio para uma cerveja mais seca. A utilização dos maltes além do Pale Ale, os modificados, caramelizados como CaraAmber, CaraAroma, Vienna e CaraPils trouxe uma perfeita harmonização do caráter Pale Ale com sua espuma branca com boa retenção. Os lupulos utilizados foram minunciosamente escolhido com característica local (USA) como exemplo o Amarillo, Summit e o Brewrs Gold, tornado esta cerveja levemente cítrica e herbal.
- Bodebrown Tripel Belgian Ale
Em busca de uma cerveja levemente frutada, citrica com romas aparente de cravo, baunilha, banana, (Citrica laranja e limão) com amargor mais evidente, espuma densa, persistente e cremosa e com caráter efervecente, foi a razão pelo qual buscamos e inspiramos no estilo Belga de cerveja “ TRIPPEL “ que elaboramos este perfeito equilibrio de maltes especiais e adição também de uma calda caramelda de acucar mascavo e rapadura, incluido acucar levemente tostado (mahogany) para que possamos balancear o aromar amargo e doce existente. Com teor acoolico de 8,0%v/v e uma coloração de 13SRM, nascendo assim como pioneira no estado do Paraná a cerveja “Bodebrown Tripel Belgian Ale”,
(para ampliar clique na foto)